77% dos desafios mais difíceis em 51 implantações de inteligência artificial estudadas eram de gente, de dado e de processo, e não de tecnologia.
Fonte: Stanford Digital Economy Lab, The Enterprise AI Playbook, abr/2026.
A Construção Conectada coloca um engenheiro na sua obra, na sua fábrica ou no seu escritório. Ele configura a plataforma com os seus dados, treina a sua equipe e só sai quando ela opera sozinha.
Para construtoras, incorporadoras e indústrias que querem inovar.

Comprar tecnologia é a parte curta. O difícil é colocá-la na rotina de quem trabalha na obra, no projeto e na venda. Quem estudou implantações de inteligência artificial chegou ao mesmo ponto:
77% dos desafios mais difíceis em 51 implantações de inteligência artificial estudadas eram de gente, de dado e de processo, e não de tecnologia.
Fonte: Stanford Digital Economy Lab, The Enterprise AI Playbook, abr/2026.
38% dos participantes das pesquisas da NVIDIA apontam a falta de especialistas como o segundo obstáculo para levar o piloto de inteligência artificial à produção, atrás dos problemas com dados (48%).
Fonte: NVIDIA, pesquisas State of AI 2026 (post do blog, mar/2026).
Por isso a Construção Conectada não entrega um sistema e vai embora. O engenheiro entra na operação.
O nome vem do mundo do software, onde engenheiros trabalham dentro do cliente até a tecnologia funcionar. Na Construção Conectada, o cliente constrói ou fabrica, e o engenheiro conhece obra.
Na sala da obra, no chão de fábrica, no escritório de projetos. No ritmo da sua operação, não no de um chamado de suporte.
O seu cronograma, o seu CRM e o seu ERP continuam onde estão. O engenheiro liga tudo no mesmo lugar.
O combinado é a sua equipe operando sozinha. Os dados são seus.
Uma conversa para entender onde a tecnologia trava hoje: patrocínio, dado, processo e equipe. Dela sai um ponto de partida, um só.
Um engenheiro da Construção Conectada, com nome e horário, entra na sua operação e configura a plataforma com os dados reais.
Interferências resolvidas no desenho, a semana que vem vista no 4D, quantitativos que saem do projeto, o configurador 3D ligado ao CRM.
A sua equipe passa a operar sozinha e o engenheiro sai. O treinamento e os dados ficam com você.
Sua equipe abre a semana olhando o modelo e o cronograma, e a interferência é resolvida no desenho, antes de virar parede quebrada.
Ver como começaA obra e o investidor leem o mesmo modelo: o status, a fase de projeto e a disciplina de cada elemento, na reunião.
Ver a Cidade MatarazzoO seu cliente monta o produto em 3D no seu site, o vendedor fecha a proposta no tablet e o arquiteto baixa o objeto da sua marca.
Ver o configuradorUm conjunto tombado a uma quadra da Avenida Paulista. O modelo tinha mais de 37 mil elementos, cada um com o status real de obra. A obra e o investidor liam o mesmo modelo: qualquer pergunta sobre o andamento, do status de uma estaca à fase de um bloco, se respondia pintando o modelo por aquele dado.






Renders do modelo federado da Construção Conectada na Cidade Matarazzo, coloridos por parâmetro, e tela da plataforma.





Acelerada pela VetorAG, venture builder da Andrade Gutierrez.
As duas coisas juntas: a plataforma e o engenheiro que a coloca na rotina. Se a sua equipe consegue operar sozinha desde o início, dizemos no diagnóstico e o caminho é só a plataforma.
Não. O engenheiro liga a plataforma ao cronograma, ao CRM e ao ERP que você já usa. A informação existe; ela só não está no mesmo lugar.
O tempo que o diagnóstico indicar. O combinado é a rotina rodar sem ele, e não um prazo fixo de visita.
Sim. Os dados são do cliente.
Sim. Na indústria, o engenheiro modela o seu produto, monta o configurador 3D e liga o configurador ao CRM.
A Construção Conectada, da GVC Aeco, acelerada pela VetorAG, venture builder da Andrade Gutierrez.
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